Cenários Vazios e Histórias Cheias: O Que Sua Estante Diz Sobre Você?

Foto ilustrativa do texto de tathi Marceli, retratando sua propria estante carregada de sua história de vida.

Você já reparou como muitos cenários de gravação nas redes sociais são impecavelmente iluminados, mas completamente vazios de significado? Estantes brilham ao fundo, mas muitas vezes estão vazias ou preenchidas com itens genéricos: placas de faturamento, coleções de funko… Não é uma crítica direta — ok, talvez seja —, mas isso sempre me faz pensar: por que criamos cenários artificiais? Eles realmente contam algo sobre quem somos?

Pensando bem, o próprio nome já diz: cenário, uma representação teatral. Mas e se, em vez de cenários genéricos, mostrássemos histórias reais? Livros que marcaram nossas vidas, objetos que conectam a momentos especiais, fotos de pessoas amadas, ou até uma parede em branco, cheia de potencial, esperando por experiências autênticas. Isso não seria muito mais poderoso?

O Que Sua Estante Representa?

Deixa eu compartilhar algo pessoal: minha própria estante conta muito sobre mim. Talvez por isso algumas prateleiras sejam bagunçadas… E quer saber? Eu gosto que quem me acompanha saiba que eu também faço bagunça! Ali estão os livros que me transformaram, outros que ainda aguardam a minha atenção. Existem objetos que me conectam a momentos especiais, fotos de pessoas que amo e memórias que moldaram minha visão de mundo.

Cada item tem uma história e, juntos, representam uma extensão de quem eu sou. A minha estante não é só um cenário; é um reflexo da minha trajetória.

Por Que Isso Importa?

Quando falamos sobre influência autêntica nas redes sociais, é fundamental refletir sobre o impacto que estamos gerando. Mostrar um cenário perfeito, mas vazio, pode reforçar padrões inalcançáveis e ilusões de sucesso baseadas apenas em aparências.

Por outro lado, compartilhar algo autêntico cria uma conexão real com quem está do outro lado da tela. O que você mostra ao mundo não precisa ser perfeito. Pode (e deve!) ser verdadeiro. Porque são as nossas histórias, com todas as suas nuances e imperfeições, que realmente nos conectam às pessoas.

Confesso que este foi um dos motivadores para eu criar o Terapia da Marca – que propõe, através de tutorias “mão na marca”, desvendar a comunicação e expressão na construção de marcas.

Como você se sente em relação a isso? Gostaria muito de saber.

Com carinho, Tathi Marceli

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